INSTITUCIONAL

                                                                                      

No decorrer das últimas décadas,o crescente aumento da população mundial acarretou na necessidade da produção massiva de alimentos para atender a demanda.Esta situação resultou em notável modernização dos processos industriais de produção,porem trouxe consigo,como um mal necessário,a utilização de muitos componentes e procedimentos não benéficos para a saúde humana,tais como inclusão de conservantes,flavorizantes,emulsificantes,estabilizantes,corantes sintéticos e tantos outros “antes” mais,sem considerar  a utilização excessiva de sódio,reconhecidamente prejudicial.

Para os alimentos de origem animal e agrícola,aliado a estes fatores,e ainda com maior importância,na fase de produção e processamento vemos o uso indiscriminado de agrotóxicos (muitos já proibidos em outros países),fertilizantes sintéticos,herbicidas,inseticidas,manejo inadequado do solo e culturas,manejo de rebanhos e aves em regime de confinamento,inobservância a protocolos de conforto animal,ausência de controles sanitário e de biossegurança,utilização indiscriminada de antibióticos e promotores de crescimento,condições de transporte e armazenamento,enfim são tantos os fatores que afetam diretamente os alimentos,desde a produção até as nossas mesas,que teríamos uma lista infindável.

A exemplo de países mais desenvolvidos do que o nosso,o consumidor brasileiro esta cada vez mais esclarecido e consciente quanto a importância que a nutrição tem em nossas vidas,desde a mais tenra idade até as mais avançadas,e por conseguinte,mais exigente com relação ao alimento que coloca no prato.

É notável e crescente a procura por alimentos produzidos de maneira diferenciada dos industrializados,que possam oferecer melhor qualidade de consumo,pela ausência dos fatores acima mencionados.Estes produtos comercialmente conhecidos como orgânicos,ecológicos,caipira,certificados,etc..,tem cada um suas características peculiares de produção,que na maioria dos casos inibe a produção massiva,tornando-os produtos artesanais,o que por consequência aumenta o seu custo de produção,sem no entanto inviabiliza-los para a maioria do mercado consumidor.

O consumidor paga mais caro por estes alimentos,mas nem sempre sabe porque,face a falta de informação disponibilizada ao mesmo.Muitos pensam que orgânico e apenas um alimento produzido sem agrotóxicos,e caipira um ovo produzido na roça,sendo que estas modalidades de produção envolvem um verdadeiro universo de procedimentos e conceitos a serem observados.É importante que o consumidor,antes de adquirir estes produtos,e pagar mais por eles,informe-se sobre as características específicas destes produtos e as normas de produção que os qualifiquem como tal.

É importante ressaltar que na maioria dos casos,estes produtos são oriundos de pequenos agricultores ou produtores e comercializados em feiras livres,nem sempre observando as exigências de manejo,processamento,controle sanitário,transporte e embalagem preconizadas pelos órgãos fiscalizadores pertinentes.Tome-se como exemplo a tão comum prática de venda de ovos em embalagens recicladas (proibido pelo MAPA) que certamente já frequentaram um sem numero de ambientes,até algumas latas de lixo,tornando-se sem duvida um excelente veículo de transmissão de germes,bactérias e outras coisas mais.

O ovo caipira e produzido em condições totalmente diversas das do ovo industrial e sob rígidas e específicas normas do Ministério da Agricultura Abastecimento e Pecuária(MAPA /DIPOA-Circular Normativa 60/99),desde a linhagem das poedeiras,manejo,nutrição,etc..,sendo que ovo caipira não é uma marca comercial para enfeitar embalagens,devendo-se atentar para nomes meramente sugestivos como ”da roça”,”vermelinho”,”da fazenda”,etc..,que podem estar apenas fantasiando ovos industriais de caipira.

Muitos dos produtos disponíveis no mercado trazem em seus rótulos em letras microscópicas uma serie de informações que na maioria da vezes nada,ou quase nada contribuem para informação ao consumidor,servindo apenas para cumprimento a determinações legais.Termos espalhafatosos como ômega 3,polinsaturados,gorduras trans, e por aí vai,de nada servem para que o consumidor saiba mais a respeito do que vai comer se não se disponibilizar meios de informação sobre estes componentes.

Nosso objetivo nesta iniciativa pioneira em nosso país,em respeito ao consumidor,é trazer de forma transparente,detalhada e em tempo real a maior quantidade de informação específica para aquela embalagem de ovos que esta sendo adquirida,um  verdadeiro ¨raio x ¨ do ovo que produzimos.

Além destas informações específicas também disponibilizaremos em nossas paginas informações sobre avicultura alternativa e nutrição,como legislação,manuais,artigos,imagens,links e endereços pertinentes,além de mantermos constante pesquisa para atualização e aprimoramento do site

 

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